Com um objetivo agressivo e sem precedentes para um mercado tão grande como a Europa, trata-se na verdade um compromisso sobre um compromisso.

No início deste ano, o Parlamento Europeu se posicionou com a meta de 40% de redução de CO2 até 2030, mas a Alemanha, onde grande parte da indústria automobilística européia está localizada, estava pressionando por un índice não superior a 30% de redução nas emissões de carros novos.

Já o Conselho Europeu estava pressionando por uma redução de 35% nas emissões de CO2 dos carros novos até 2030.

Este mix de posições resultou no acordo de  37,5% de redução das emissões de CO2 até 2030.

As restrições de emissão serão aplicadas às vendas globais das montadoras – resultando na necessidade de compensação com vendas de mais veículos elétricos e veículos de baixa emissão para compensar seus carros movidos a gasolina e diesel.

Montadoras não estão felizes com isso.

A Associação Alemã da Indústria Automotiva (VDA), que representa empresas como BMW, Daimler e Volkswagen, se posicionou sobre o acordo (via DW):

“O regulamento exige muito, promovendo muito pouco. Ninguém sabe hoje como os limites acordados podem ser alcançados no tempo dado ”.


 

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