O anúncio nesta quarta-feira, 18 de julho, do comissionamento e do financiamento da usina BJL 11 Solar (BA – 25 MWp), somados a usina BJL 4 (25 MWp), e Dracena (SP – 90 MWp) deixam a Total Eren com uma carteira de 140 MWp em construção e operação no Brasil. O financiamento da BJL 11 foi fechado em junho deste ano com o Banco do Nordeste, Itaú BBA e BNP Paribas. Fabienne Demol, Vice-Presidente Executiva da Total Eren, se mostra animada por completar o primeiro projeto solar no Brasil, que segundo ela, foi um mercado sobre o qual a empresa adquiriu extenso conhecimento nos últimos anos.

A UFV BJL 11 é a primeira planta construída pela Total Eren no país. Ela foi leiloada em 2016, começou a ser construída em 2017 e teve as obras concluídas em abril deste ano. De acordo com a empresa, cerca de 150 trabalhadores locais foram contratados para a construção. O projeto teve parcerias com universidades e o setor público para plantar cinco mil árvores para tornar a área urbana da cidade mais verde e proteger espécies vegetais ameaçadas. A Total Eren também organizou workshops sobre energia fotovoltaica, proteção do meio-ambiente e saúde pública.

Em Bom Jesus da Lapa, também está sendo construído desde janeiro outra usina solar da Total, a BJL 4. A planta, que foi viabilizada em leilão de 2015 também tem 25 MW, deve entrar em operação em novembro deste ano e vai reunir 77 mil painéis fotovoltaicos.  Já o projeto Dracena, localizado na cidade de mesmo nome em São Paulo, tem três usinas em construção e foram viabilizados em leilão de 2014.  Situados em uma área de 166 hectares, os três projetos fornecem energia suficiente para abastecer 83 mil casas.

Recentemente, a Total Eren fechou com a Petrobras parceria para projetos de eólicas onshore. A parceria deixou Fabianne Demol otimista com a perspectiva de crescimento  das energias renováveis no país. Para o Country Manager no Brasil da Total Eren, Pierre-Emmanuel Moussafir, os marcos são o resultado de esforços intensos e contínuos para alcançar uma posição relevante no mercado brasileiro de renováveis. Ele quer capitalizar sobre essas experiências para aumentar a base de ativos da empresa no país, tanto em fotovoltaico quanto em eólico.


 

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