A tendência natural é a de responder “no topo”. Afinal é quem viabiliza toda a cadeia de valor do setor elétrico.

Mas no Brasil, a realidade mostra que o cliente não é tratado, de fato, como o “mais importante”. E aqui vão alguns exemplos do que acontece na vida real das distribuidoras.

  1. Diretor não visita cliente

    Isto é coisa para o “baixo clero”

  2. Alto escalão se dedica à regulação

    É onde são articulados os aumentos de receita das distribuidoras

  3. Atendimento protocolar

    A clientela deve ser tratada na medida exata da regulação

  4. Atendentes

    Tipicamente de baixa capacitação

Não é a toa que o Brasil não tem programas que há anos fazem sucesso nos Estados Unidos, como Demand Response (DR) , Bring your own device (BYOD) entre outros.

O resultado é que, o abismo de custos de energia brasileira comparada a uma lista de outras distribuidoras em redor do mundo vem aumentando. Isto apesar de termos uma matriz que deveria viabilizar tarifas e preços dos mais baixos do planeta.

Muito valor aos corredores e pouco ao cliente.


What’s the value of the customer ?

The natural tendency is to respond “at the top”. After all, it is the one who enables the entire value chain.

But in Brazil, reality shows that the customer is not, in fact, treated as the “most important.” And here are some examples of what happens with the power distributors, which contrast sharply with the American companies I met.

  1. Upper management does not visit clients

    This is for the “lower clergy”

  2. Top executives are foucused on regulation

    The disco’s results come especially if the “proper” regulation is there!

  3. How the customer is treated then?

    It is abaout the ongoing super detailed regulations

  4. “Key account attendants”

    Are supposed to basically inform customers about regulations. Nothing else!

It is no wonder that Brazil does not have programs that have been successful in other countries , for years now, such as Demand Response (DR), Bring Your Own Device (BYOD), among others.

The result is an abyss of Brazilian energy costs as compared to BRICS and a list of other countries. This despite the fact that our power generation is mostly hydro and wind, therefore using a lot less fuel than our “competitors”.

Too much value to the lobbies and very litt

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