Cinco grandes empreendimentos de Coelba, Celpe, Cosern e Elektro foram energizados entre junho e julho e, no semestre, mais de 150 obras foram iniciadas ou concluídas

A Neoenergia, nos seis primeiros meses de 2020, avançou na intervenção de 177 obras de subestações e linhas de distribuição nas suas quatro concessionárias – Coelba (BA), Celpe (PE), Cosern (RN) e Elektro (SP/MS). Só em junho e julho, cinco empreendimentos que receberam obras de grande porte foram energizados, beneficiando mais de 70 mil clientes de cinco municípios. Os investimentos são realizados com o objetivo de modernizar e melhorar os serviços áreas de concessão da empresa.

A expansão das redes garante mais segurança e confiabilidade ao sistema de distribuição e sua importância é refletida nos indicadores de qualidade do grupo”, afirma Joe Morra, superintendente de expansão em alta tensão. Os índices criados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) são DEC, que mede a duração média de interrupções no fornecimento, e FEC, que aponta a frequência.

Em julho, foi energizada pela Cosern uma linha em 69 kV, com 16,4 quilômetros de extensão no Sertão do Rio Grande do Norte, entre as subestações Açu II e Itajá, esta inaugurada no primeiro semestre deste ano. Outras duas linhas de distribuição foram energizadas em junho, uma em Serra Talhada (PE), pela Celpe, e a outra em Pirassununga (SP), pela Elektro.

Duas subestações que tiveram obras de ampliação iniciadas em 2019 e concluídas em abril deste ano foram energizadas em junho. Uma delas é a do Bairro do Turvo, em Tapiraí (SP), de 34,5 kV. A Elektro realizou a modernização dos equipamentos e a instalação de dois religadores e dois transformadores de força de 6,25MVA, dobrando a capacidade do empreendimento. A outra subestação beneficiada é a João Dourado, no município de mesmo nome, que fica na Bahia.

Entre janeiro e maio, foram energizadas dez obras de grande porte. A Coelba ampliou a subestação Lauro de Freitas, de 69 kV, e construiu quatro linhas de distribuição, totalizando 54,3 quilômetros de extensão em diversas regiões da Bahia, com tensões que variam de 69 kV a 138 kV. Foram construídas pela Celpe duas subestações e duas linhas em Canhotinho, no Agreste, e Bodocó, no Sertão, todas em 69 kV. A Elektro realizou ainda a ampliação da subestação Campos do Jordão 1, de 138 KV.

Mais obras

Além dos empreendimentos que já foram energizados, foram concluídas em junho a ampliação de três subestações da Elektro (Cananéia, Fernandópolis e Francisco Morato, todas de 138 kV) e a construção de uma da Celpe (Itaíba, de 69 kV). A Coelba concluiu em maio as obras de duas subestações (ampliação da Águas Claras e construção da Centro Industrial Teixeira de Freiras). No mesmo mês, a Elektro finalizou a construção de duas linhas de distribuição, que somam 11,5 quilômetros de extensão: Ramal Leme 02, em 138 kV, e Cardoso-Riolândia, em 69 kV.

As quatro distribuidoras da Neoenergia iniciaram no primeiro semestre 32 obras de grande porte, sendo nove da Coelba, oito da Celpe, cinco da Cosern e dez da Elektro. Ao todo, foram realizados 111 serviços de grande porte.

Sobre a Neoenergia

Companhia de capital aberto com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Parte do grupo espanhol Iberdrola, a empresa atua no Brasil desde 1997, sendo atualmente uma das líderes do setor elétrico do país. Presente em 18 estados, seus negócios estão divididos nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização. As suas distribuidoras, Coelba (BA), Celpe (PE), Cosern (RN) e Elektro (SP/MS), atendem a mais de 14 milhões de clientes, o equivalente a uma população superior a 34 milhões de pessoas.

A Neoenergia possui 4,5 GW em geração, sendo 88% de energia renovável, e está implementando mais 1 GW com a construção de novos parques eólicos. Em transmissão, são 685,2 km de linhas em operação e 4.862 km em construção. Por meio do Instituto Neoenergia, fomenta o desenvolvimento sustentável a partir de ações socioambientais e, assim, contribui para a melhoria da qualidade de vida das comunidades onde a empresa atua, sobretudo, pessoas mais vulneráveis, visando sempre pelo desenvolvimento sustentável.


 

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