A sistemática para os leilões A-4 e A-5, marcados para 30 de abril, foi publicada nesta terça (28) pelo . Ficou definido que a eventual compra frustrada no A-4 não será contratada no A-5.

— A EPE cadastrou 36 GW para o leilão de energia A-4 e 43 GW, para o A-5. Todos projetos termelétricos, a maioria a gás natural e alguns a carvão. Potência distribuída em 76 (A-4) e 82 (A-5) projetos – são, ao todo, 87, maioria cadastrada nos dois leilões.

— As térmicas a carvão estão na região Sul. São cinco (A-4) e sete (A-5) projetos. Para o gás, a maioria dos projetos está nas regiões Nordeste e Sudeste.

— A participação nos leilões de energia depende da habilitação, próxima etapa, sob responsabilidade da EPE, que verifica condições como garantia de suprimento do gás e licenciamento ambiental prévio.

— Os dois leilões terão terão produtos com suprimento iniciando em 2024 e 2025 e terminando em 2038 e 2039, respectivamente para A-4 e A-5.

A possibilidade de negociação de térmicas a carvão, mais poluentes, vai na contramão de movimentos globais pela substituição do combustível por gás e renováveis.

“O futuro é bio, é petróleo, é gás, é nuclear, é vento e solar, é carvão. É diversificação!”, defendeu o ministro , semana passada, em evento na Índia. MME

— Por aqui, a justificativa tem sido a disponibilidade do combustível e desenvolvimento regional, considerado como um fator no próprio planejamento energético do país, feito pela EPE.


 

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