Um dos desafios mais importantes que temos no Brasil, no setor elétrico, é a percepção sobre o que é importante ou não.

De um lado o gosto pelas minuciosas regulações, que supostamente estabelecem “tudo” como deve ser feito e quando. Faz parte do nosso perfil cultural. É a realidade do “mandatório”.

De outro, o mundo competitivo que em redor do globo coloca o preço e tarifas na comparação entre os países. Trata-se das iniciativas “discricionárias” das empresas de energia para alcançarem e manterem uma posição diferenciada no mercado.

O Brasil é um país acomodado no “mandatório”. Tudo segue o que está escrito – nada além disto. Nadinha! E a permanecemos na rabeira do mercado, por falta de criatividade, iniciativa, alegria e desenvolvimento de negócios. Basta ver o que as empresas de energia da America do Norte, Europa e japão andam fazendo e comparar!


Mandatory or discretionary ?

One of the most important challenges that we have in Brazil, in the electric power sector, is the perception about what is important or not.

On the one hand, the taste for the meticulous regulations, which supposedly establish “everything”. It is part of our cultural profile. It is the reality of the “mandatory.”

On the other hand the competitive world around the globe places power prices and rates as the comparison among countries. Then it is the “discretionary” initiatives of electric energy companies to achieve and maintain a differentiated position in the market that really matters.

Brazil is a country accommodated in the “mandatory”. Everything follows only what is written – nothing else. And so Brazil remains a laggard in the market, due to lack of creativity, initiative and joy to “go for it”.


 

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Rafael Herzberg
Rafael Herzberg é consultor independente para assuntos de energia por mais de 30 anos. Premiado no Brasil e Estados Unidos por cases de eficiência energética, geração on-site e projetos to-the-fence. Palestrante no Brasil e Estados Unidos em eventos de energia. Presta consultoria para clientes consumidores de energia (indústria, comércio e instituições), ofertantes de soluções em energia, concessionárias e comercializadores de energia além de ser convidado para atuar em casos de arbitragem de contratos de energia.
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