Covid-19 e petróleo puxam baixa e principais bolsas globais caem

O dólar renovou a máxima histórica nesta 2ª feira (9.mar.2020) depois de ter alta de 1,97%, e fechar aos R$ 4,725. O Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), desabou 12,17%, e chegou aos 86.067 pontos. Este foi o pior pregão do século 21 na B3.

Os investidores estão apreensivos com a disseminação do coronavírus no mundo e com o impasse envolvendo a produção de petróleo. As principais Bolsas de Valores internacionais acompanharam a queda.

O Ibovespa fechou no menor patamar nominal desde 27 de dezembro de 2018, quando estava aos 85.460 pontos e o presidente Jair Bolsonaro ainda não havia assumido o governo federal.

O maior patamar nominal da história foi obtido em 23 de janeiro de 2020, aos 119.527 pontos. Ao embutir o IPCA no cálculo, porém, a máxima passa para 20 de maio de 2008, quando chegou a 140.572 pontos (na cotação real).

O Ibovespa acompanhou outros ativos globais, que despencaram nesta 2ª feira com a apreensão dos investidores com o coronavírus e o impasse envolvendo a produção de petróleo no mundo. Eis como as principais Bolsas fecharam o dia:

DÓLAR

A moeda norte-americana renovou a máxima nominal e fechou aos R$ 4,725, com alta de 1,97%. O câmbio chegou a R$ 4,78 durante o dia.

Eis abaixo a variação de valor de mercado de empresas de diversos setores nesta 2ª feira (9.mar.2020). A Petrobras foi a empresa que teve a pior queda: 28,3% no dia.


 

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