. Projeto soma R$ 231 mi em investimentos e Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 40 milhões

. Entrega adiantada de 17 meses antecipa ponto de equilíbrio dos investimentos

. Empreendimento será operado pelo Centro de Operações de Transmissão da Energisa Soluções

O Grupo Energisa inaugurou na sexta-feira (13) o primeiro dos quatro lotes de transmissão arrematados entre 2017 e 2018. Situado em Goiás, o lote 3 recebeu R$ 231 milhões em investimentos – 20% a menos em relação ao CAPEX estabelecido pela Aneel, de aproximadamente R$ 295 milhões – e possui 136 quilômetros da linha de transmissão Rio Verde Norte – Jataí (230 kV em circuito duplo), além de ampliações nas subestações Rio Verde Norte e Jataí.

O projeto reforça a capacidade e a confiabilidade de fornecimento de energia para a região Centro-Oeste, onde a Energisa controla duas distribuidoras (Energisa Mato Grosso e Energisa Mato Grosso do Sul). O empreendimento foi concluído com antecedência de 17 meses em relação ao prazo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e gerou 470 empregos no auge da construção.

A operação da linha e das subestações será feita remotamente pela Energisa Soluções (ESOL), unidade do Grupo focada em soluções integradas e serviços, que inaugurou em dezembro o Centro de Operações de Transmissão (COT) e o Departamento de Operação e Manutenção de Linhas de Transmissão, ambos na sede de Cataguases-MG. Foram investidos R$ 2 milhões na construção do espaço e na aquisição de softwares e tecnologias que possibilitarão o atendimento das demandas de gestão, controle e monitoramento remoto das instalações integradas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O Centro também realiza o gerenciamento das atividades de operação e despacho de sistemas e ativos de geração e transmissão de energia.

Os serviços prestados pela ESOL à Energisa Goiás Transmissora I fazem parte de um novo conjunto oferecido pela Energisa no mercado energético. “Já tínhamos um portfólio consistente em operação e manutenção de ativos de geração, com o Centro de Operações de Geração (COG), segmento em que somos líderes no Brasil. Agora também incorporamos o segmento de transmissão ao mix de serviços, que podemos prestar aos inúmeros players que atuam no país”, afirma Geraldo Mota, Vice-Presidente de Geração, Transmissão e Serviços do Grupo Energisa.

Os lotes 3, que foi adquirido por R$ 40 milhões, em valores atuais, de receita anual permitida (RAP, que é a remuneração recebida pela transmissora), e 26 (SE Xinguara II – Santana do Araguaia), no Pará, foram os primeiros arrematados pela Energisa, em 2017. O lote 26 fica numa área próxima à divisa com Mato Grosso e Tocantins, uma região de fronteira agrícola com alto potencial de desenvolvimento. Arrematado por R$ 46,3 milhões, nele estão sendo construídas linhas que somam 592 quilômetros. No ano seguinte, o Grupo Energisa arrematou o lote 19 por R$ 33,5 milhões de RAP, também no Pará, que será interligado com o 26. O lote 4, entre a Bahia e o Tocantins, por sua vez, foi levado por R$ 62,8 milhões e prevê a construção de 772 quilômetros de linhas numa região chave para os negócios do Grupo.

 Sobre a Energisa

Com 115 anos de história, o Grupo Energisa é o 5º maior em distribuição de energia elétrica. Uma das primeiras empresas a abrir capital no Brasil, a companhia controla 11 distribuidoras em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre. Com receita líquida anual de R$ 16,9 bilhões (ano 2019), o Grupo atende a 7,8 milhões de clientes (o que representa uma população atendida de quase 20 milhões de pessoas) em 862 municípios de todas as regiões do Brasil, além de gerar aproximadamente 19 mil empregos diretos e indiretos.

Com a missão de transformar energia em conforto, desenvolvimento e oportunidades de forma sustentável, responsável e ética, a Energisa atua com um portfólio diversificado que engloba distribuição, geração, transmissão, serviços para o setor elétrico (Energisa Soluções), serviços especializados de Call Center (Multi Energisa), comercialização de energia (Energisa Comercializadora) e soluções em energias renováveis (Alsol).


 

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