Segundo a CCEE a fonte representa 8% do total de energia gerado no Sistema Interligado Nacional – SIN

Dados consolidados do boletim InfoMercado mensal da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE indicam que a geração de energia eólica em operação comercial no país cresceu 9,3% em maio de 2019 em relação ao mesmo período em 2018. As usinas movidas pela força do vento produziram 5.176,8 MW médios frente aos 4.738,2 MW médios entregues ao Sistema Interligado Nacional – SIN no ano passado.

A representatividade da fonte eólica em relação a toda energia gerada no período pelas usinas do Sistema em maio deste ano chegou a 8,1%. A fonte hidráulica (incluindo as Pequenas Centrais Hidrelétricas – PCHs) foi responsável por 76,3% do total, as usinas térmicas responderam por 8,5%, as plantas a biomassa geraram 6,4% e as usinas solares entregaram apenas 0,8%.

A CCEE registrou 594 usinas eólicas em operação comercial no país ao final de maio de 2019, somando 15.042,2 MW de capacidade instalada, incremento de 15% frente aos 13.064,1 MW de capacidade das 514 unidades geradoras existentes em maio de 2018.

Geração Eólica por Estado

Quando a análise foca na geração por estado, a Bahia segue como maior produtora de energia eólica do país com 1.798,3 MW médios em maio de 2019, representando aumento de 39% no comparativo com o mesmo período de 2018, quando gerou 1.290,9 MW médios. Na sequência, aparecem como maiores produtores o Rio Grande do Norte com 1.257,6 MW médios produzidos, o Piauí com 628,5 MW médios, o Ceará com 537,5 MW médios e o Rio Grande do Sul com 519,5 MW médios.

 

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No caso da capacidade instalada, a Bahia também ocupa o primeiro lugar com 3.964,3 MW, superando o estado do Rio Grande do Norte, que caiu para a segunda posição com 3.935,9 MW. Na sequência aparecem o Ceará com 2.347,7 MW, o Rio Grande do Sul com 1.777,8 MW e o Piauí com 1.638,1 MW.

 

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