Projeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) indicam que o mercado de energia solar fotovoltaica nacional vai chegar aos 3 mil MW até dezembro deste ano. São R$ 5,2 bilhões em novos investimentos com a instalação de mais de mil MW adicionais em sistemas de pequeno, médio e grande portes.

A ENGIE, maior geradora de energia privada do país, participa desse crescimento e não só é referência em energia solar fotovoltaica, como também possui um portfólio completo de produtos e serviços, com soluções para os mais variados tipos de consumo. “Conseguimos conectar as necessidades e unir várias fontes de energia de forma integrada”, explica o diretor-presidente de soluções da ENGIE, Leonardo Serpa.

Uma das prioridades da empresa é o segmento de instalações de menor porte para geração de energia renovável, como sistemas fotovoltaicos, em especial para indústrias, comércios e agronegócio. “Hoje temos 2.500 clientes e 45 MWp (Megawatts-pico) comercializados, com expectativa de dobrar a participação no mercado de geração distribuída em 2019”, afirma o diretor de operações, Paulo Henrique Müller.

A empresa, que tem experiência internacional e está presente em 70 países, já conta com projetos de energia solar fotovoltaica nas regiões Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil, atendendo diferentes segmentos. A ENGIE é uma das principais fornecedoras de sistemas fotovoltaicos do país e pretende investir entre R$ 200 e R$ 500 milhões em geração solar distribuída nos próximos cinco anos.

Além de reduzir despesas, contribuir com a reputação do cliente e valorizar o imóvel em que são instalados, os sistemas fotovoltaicos têm preços cada vez mais competitivos, tornando o investimento atrativo para empresas de todos os portes. Em alguns casos, é possível suprir toda a demanda energética do local. É o caso do Paradigma Cine Arte, de Florianópolis, que oferece aos frequentadores um grande diferencial de sustentabilidade: é o primeiro cinema totalmente abastecido por energia solar na região Sul do Brasil.

O sistema fotovoltaico de 95,04 kWp (quilowatts-pico) de potência, instalado pela ENGIE, pode atender todo o consumo do cinema e do escritório da construtora que administra o  Centro Empresarial Corporate Park. O gestor do Paradigma e do Centro, Frederico Didoné, pretende expandir o sistema no ano que vem para suprir todo o consumo do condomínio, que abriga 60 empresas.

Em março deste ano, a Ogochi, de São Carlos, no oeste catarinense, se tornou uma das primeiras indústrias de confecção do Brasil a alcançar autossuficiência na geração de energia solar fotovoltaica. Seu presidente Sidney Ogochi explica que a iniciativa está alinhada à decisão estratégica da marca de assumir a sustentabilidade como um posicionamento corporativo: “Investimos na ampliação do uso de fontes limpas e renováveis para reduzir a pressão sobre os sistemas hídricos e ampliar a competitividade da indústria”.

Também no Oeste de SC, a agroindústria de frutas finas Itaberry reduziu em 90%  a conta de energia, que ficava entre R$ 4 mil e R$ 4,5 mil mensais. A instalação do sistema fotovoltaico da ENGIE também apoiou a expansão dos negócios: “Além de gerar energia, a estrutura coberta onde estão os painéis serve para receber a mercadoria e atrair turistas”, explica o sócio administrador, Gleison Minella. Com o aumento no número de visitantes, Minella e os sócios decidiram abrir outra empresa, o Empório do Mirtilo, uma loja com mais de 30 produtos derivados como sucos, sorvetes, doces, geleias, licores e cervejas.

Em Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre, a empresa de surfwear Freesurf adquiriu um sistema fotovoltaico com capacidade de 79,2 quilowatts-pico (kWp)e geração mensal estimada em 8,3 milquilowatts-hora (kWh), suficiente para atender todo o consumo de energia do empreendimento. Os R$ 333 mil investidos pela empresa irão se pagar no prazo de três a quatro anos. A vida útil do equipamento é de 25 anos.

Clínicas e hospitais no Centro Oeste

 Entre os segmentos pioneiros na adoção da energia solar no Centro-Oeste está o de saúde – hospitais, laboratórios, clínicas médicas, odontológicas e veterinárias, que usam muita eletricidade em máquinas e equipamentos. A região tem alto índice de insolação e as clínicas e hospitais do Centro-Oeste são favorecidas pela arquitetura, pois possuem um perfil de construção horizontal. “Isso aumenta a área de instalação do sistema fotovoltaico e deixa o projeto muito mais aderente à solução solar”, explica o gerente regional para geração solar distribuída da ENGIE, Charles Bispo.

O Prover Hospital Dia, de Rio Verde (GO), investiu em um sistema fotovoltaico de 158 painéis. O projeto prevê uma economia aproximada de R$ 42,2 mil para o hospital no primeiro ano e retorno dos R$ 214 mil investidos em um prazo estimado de quatro anos. “Esse investimento vai reduzir o nosso custo fixo”, diz o diretor clínico e sócio do hospital, Campos Cruvinel Filho.

Condomínios Solares

Além da opção de compra do sistema, a ENGIE também oferece a alternativa de usufruir de energia solar pela modalidade BOO– acrônimo para Build, Operate and Transfer (Construir, Operar e Transferir). Desta forma é possível reduzir os gastos recorrentes de energia sem a necessidade de fazer um investimento inicial.  A ENGIE arca com os custos da instalação e o consumidor paga somente uma mensalidade, menor que a tarifa convencional de energia, por um prazo de 10 a 15 anos. Ao final deste período, pode adquirir o equipamento.

“Estamos bastante satisfeitos”, afirma Luiz Antonio Sacco, diretor-presidente do Residencial Alphaville Conde, de Barueri (SP), um dos clientes da modalidade BOO. Em 2018 a associação firmou contrato para instalação de um sistema fotovoltaico com potência de 63,6 kWp (kilowatts/pico) que abastece a área comum do condomínio com 7.700 kWh médios mensais.

Sobre a ENGIE no Brasil

A ENGIE Brasil é a maior produtora privada de energia elétrica do Brasil, com capacidade instalada própria de 10.211MW em 61 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. A empresa possui quase 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de GEE, como usinas hidrelétricas, eólicas, solares, e biomassa.

A ENGIE também atua na comercialização de energia no mercado livre e está entre as maiores empresas em geração fotovoltaica distribuída. A empresa possui ainda um portfólio completo em soluções integradas responsáveis em reduzir custos e melhorar infraestruturas para empresas e cidades, como eficiência energética, monitoramento e gerenciamento de energia, gestão de contratos de fornecimento de eletricidade, iluminação pública, sistemas de HVAC, telecomunicação, segurança e mobilidade Urbana. Contando com 2.300 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2018 um faturamento de R$ 9,3 bilhões.

Sobre a ENGIE

O Grupo é uma referência global em energia e serviços de baixo carbono. Para fazer frente às mudanças climáticas, a nossa ambição é nos tornarmos líderes globais da transição para uma economia de baixo carbono para nossos clientes, em particular empresas e autoridades locais. Nós nos apoiamos em nossas atividades chave (energia renovável, gás, serviços) para oferecer soluções competitivas turnkey “as a service”.  Com os nossos 160.000 colaboradores, nossos clientes, parceiros e stakeholders, nós somos uma comunidade de Construtores Imaginativos, comprometidos a cada dia com um progresso harmonioso.

Receita em 2018: 60,6 bilhões de euros. O Grupo está cotado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI) e é representado nos principais índices financeiros (CAC 40, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) e índices não-financeiros (DJSI World, DJSI Europe e Euronext Vigeo Eiris – World 120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, CAC 40 Governance).


 

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