Com certeza todos os países tem seus desafios na área de energia. Trata-se de um setor capital-intensivo que requer estratégias consistentes, respeito aos contratos, previsibilidade e equilíbrio entre oferta e demanda.

Sobretudo um acompanhamento proativo de todas as partes envolvidas para que as situações sejam sempre antecipadas evitando os custos associados a “mitigar depois”.

Nos países que tratam energia com este cuidado o resultado é evidente: custos especialmente competitivos.

O Brasil difere essencialmente destes países competitivos pois há uma característica marcante envolvida em nosso traço cultural: Não temos senso de urgência para os assuntos de energia.

Os grandes desafios postos, as grandes inadimplências estabelecidas, as fragilidades sistêmicas, os programas que não decolam na prática são mostras de um perfil perdedor que nos define há anos.

Como virar a mesa?


Energy: sense of urgency

Every country has its energy related challenges. It is a capital-intensive sector that requires consistent strategies, contract compliance, predictability and a balance between supply and demand.

Above all, a proactive approach by all parties involved so that situations are always anticipated avoiding the costs associated with “mitigating later”.

In countries that treat energy with this care the result is evident: especially competitive costs.

Brazil differs essentially from these competitive countries because there is a striking feature involved in our cultural trait: We have no sense of urgency.

What are the challenges posed, why do we have huge, persistent defaults established, why do selected official programs do not take off in practice?

Unfortunately: we are losers!

How to turn around this situation?


 

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