Esta pergunta é relevante pois há muitos anos o pais está em último lugar quando a métrica é USD/MWh entre os BRICS (Brasil, Russia, Índia, China e Africa do Sul) -“os emergentes”.

As razões são amplamente conhecidas. Mas então qual a razão central para que não se “vire a mesa”?

Aqui vai o meu “pitaco”. É a nossa escala de valores.

Não nos importa sermos o lanterninha. Decorre que não há motivação para mudar, pois demandaria coragem, desprendimento e um olhar mais objetivo. São três condicionantes que não fazem parte de nosso perfil cultural, que está lastreado em panos quentes, compadrio e subjetividade.

E então: o que fazer?


Energy: why is Brazil a laggard?

This question is relevant because for many years the country has been in last place when the metric is USD/MWh among the BRICS (Brazil, Russia, India, China and South Africa) – “the emerging ones”.

The reasons are widely known. But then what is the central reason for not “turning around the situation”?

Here goes my diagnosis. It is our scale of values.

We don’t mind being “well behind”. There is no motivation to change, as it would require courage, detachment and a more a objective approach. These are three conditions that are not part of our cultural profile, which is backed by smoothing things over, cronyism and subjectivity.


 

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Rafael Herzberg
Rafael Herzberg é consultor independente para assuntos de energia por mais de 30 anos. Premiado no Brasil e Estados Unidos por cases de eficiência energética, geração on-site e projetos to-the-fence. Palestrante no Brasil e Estados Unidos em eventos de energia. Presta consultoria para clientes consumidores de energia (indústria, comércio e instituições), ofertantes de soluções em energia, concessionárias e comercializadores de energia além de ser convidado para atuar em casos de arbitragem de contratos de energia.
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