Os conflitos envolvendo contratos de energia geralmente são resolvidos em Câmaras de Arbitragem.

O juiz arbitral procura – inicialmente – mediar uma solução através da negociação direta entre as partes. Sem um acordo, aí sim, segue-se para a arbitragem.

Há anos tenho sido contratado para atuar em favor de uma das partes para descobrir uma linha estratégica para embasar a sua conduta, defendê-lo perante o Juiz durante as audiências e preparar a argumentação para que a banca contratada formule a defesa ao longo de todo o processo.

Embora no Brasil tenhamos uma anomalia quanto ao prazo para a solução dos conflitos todas as decisões que foram formuladas pelos juízes – em casos que participei – foram sensatas.

A Justiça comum é bem mais demorada que a Arbitragem e por isto mesmo acabar custando muito mais.

Conclusão: a arbitragem deve ser considerada sim!


Energy: is arbitrage a sound option?

Conflicts involving power contracts are usually settled in Arbitration Chambers.

The arbitral tribunal seeks – initially – to mediate a solution through direct negotiation between the parties. Without an agreement, then yes, it goes to arbitration.

For years I have been hired to act in favor of one of the parties to discover a strategic line to support their conduct, defend it before the Judge during the hearings and prepare the argument so the contracted lawyers are then able to formulate the defense throughout the whole process.

Although in Brazil we have an anomaly regarding the time spend to reach a resolution, all decisions that were reached by the judges – in cases that I participated in – were sensible.

The common justice in Brazil takes a lot longer as compared to arbitration and accordingly more expensive.

Conclusion: by all means, arbitration should be considered!


 

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