Prestando consultoria para empresas brasileiras e multinacionais por décadas, convivi com olhares diferentes para os negócios de energia.

Claro, faz parte reconhecer uma ampla gama de abordagens no mundo empresarial e institucional. Seja nas exigências de retorno, na percepção e mitigação de riscos envolvidos, nas modelagens contratuais e na alocação de dirigentes para liderar as iniciativas.

Mas, o que mais me chama a atenção é uma característica prevalente dos brasileiros e dos estrangeiros quanto ao processo decisório.

Os brasileiros gostam muito de partir para uma solução específica, que “esteja na moda”. Tipicamente um gerente ligado às operações toma a inciativa de detalhar um projeto que acredita ser interessante. Quando está “pronto” mostra ao diretor como uma iniciativa para obter determinado resultado.

Os estrangeiros costumam incialmente colocar a energia no nível diretivo. Quais são as oportunidades que poderiam ser capturadas? Como se comparam entre si? De que maneira conduzirão o processo decisório? Quem da organização será o líder desta empreitada?

Os resultados tendem a ser muito mais robustos e consistentes quando a energia é tratada de forma estruturada, como é o caso dos estrangeiros.


Energy | Brazil: the necessary turning point

Consulting for Brazilian and multinational companies for decades, I lived with different points of view!

Of course, it is part of of the “job description” recognizing a wide range of approaches in the business and institutional worlds. Be it in the demands of return, in the perception and mitigation of the risks involved, in the contractual modeling and in the allocation of managers to lead the initiatives.

But, what calls my attention the most is a prevalent characteristic of Brazilians and foreigners regarding the decision-making process.

Brazilians are very fond of going for a specific solution, which “is in vogue”.

Typically a manager linked to operations take the initiative to detail a project that he believes is interesting.

When it is “ready” it is shown to the upper level..

Foreigners tend to initially start at the C level. What are the opportunities that could be captured?

How do they compare to each other? How would they conduct the decision-making process?

Who in the organization would be the leader of this endeavor?


 

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Rafael Herzberg
Rafael Herzberg é consultor independente para assuntos de energia por mais de 30 anos. Premiado no Brasil e Estados Unidos por cases de eficiência energética, geração on-site e projetos to-the-fence. Palestrante no Brasil e Estados Unidos em eventos de energia. Presta consultoria para clientes consumidores de energia (indústria, comércio e instituições), ofertantes de soluções em energia, concessionárias e comercializadores de energia além de ser convidado para atuar em casos de arbitragem de contratos de energia.
http://pontoon-e.com

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