ENEL SP: Melhora do resultado operacional nos 9M/2019. Índices de duração e frequência de interrupção por unidade consumidora (DEC e FEC) melhoraram 5,9% e 10,7%, respectivamente, em comparação com os nove primeiros meses de 2018, dentro dos limites regulatórios

 PRINCIPAIS DESTAQUES FINANCEIROS (milhões de Reais)

9M2019

9M2018 Variação
Receita Bruta 17.828,13 18.062,6 -1,3%
EBITDA 1.572,11 882,8 78,1%
EBIT 1.215,4 468,7 >100%
Lucro Líquido 546,06 (158,26) >100%
Dívida Líquida 4.703,5 4.167,9 12,8%

Capex (Investimentos)

649,7

956,7

-32,1%

Max Xavier, Responsável pela Enel Distribuição São Paulo, ressalta: “O investimento realizado desde a aquisição da distribuidora de energia pela Enel tem contribuído significativamente para melhorar a qualidade do serviço prestado pela companhia aos clientes, como confirmado pelos índices de duração e frequência das interrupções por unidade consumidora (DEC e FEC). A integração da companhia ao Grupo Enel também contribuiu para os resultados financeiros positivos nos primeiros nove meses do ano”

A Diretoria da Enel Distribuição São Paulo divulgou hoje o resultado financeiro da companhia dos nove primeiros meses de 2019.

  • Receita Bruta: queda de 1,3%, em grande parte devido ao impacto negativo do reconhecimento da CVA (Conta de Compensação de Itens da Parcela A), parcialmente compensado pelo reajuste tarifário médio aplicado pela Aneel em julho de 2018 (+15,84%) e pelo novo ciclo tarifário aprovado pelo regulador em Julho de 2019 (+7,03%).
  • EBITDA: aumento devido ao (i) impacto positivo do reajuste tarifário em Julho de 2018 e à revisão tarifária em Julho de 2019; e (ii) à redução de despesas operacionais, em comparação com o mesmo período do ano passado, como resultado do processo de integração iniciado em Julho de 2018, incluindo o compartilhamento de melhores práticas, convergência de sistema e excelência operacional.
  • EBIT: aumento, em linha com o EBITDA.
     
  • Lucro Líquido: aumento em razão da melhora na performance operacional e nos resultados financeiros[1], atribuídos à reestruturação financeira da dívida da companhia, realizada em 2019, resultando na negociação de dívidas existentes por novas dívidas a custos mais baixos, além de uma taxa média de juros menor no período.
  • Dívida Líquida: aumento devido aos investimentos realizados nos últimos 12 meses, em linha com a estratégia financeira da companhia, com destaque para a redução da alavancagem (Dívida líquida/ EBITDA ajustado) de 2,21 vezes registrada este ano em comparação com 3,30 vezes em setembro de 2018.
  • Capex (Investimentos): principalmente destinado à modernização e digitalização da rede de distribuição da companhia, por meio, por exemplo, de sistemas de automação da rede, além de novas conexões.

DESTAQUES OPERACIONAIS 

  9M2019  9M 2018 Variação
Venda e Transporte de Energia (GWh) 32.368 32.246 +0,4%
Unidades Consumidoras 7.285.574 7.204.361 +1,1%
DEC (horas)* 7,04 7,48 -5,9%
FEC (vezes)* 4,08 4,57 -10,7%
Perdas de energia (%)* 9,56% 9,57% -0,01 p.p

*Perdas de energia, DEC e FEC calculados ao longo de um período de 12 meses (Outubro de 2018 a Setembro de 2019). DEC mede a duração das interrupções em horas, FEC mede a frequência das interrupções por cliente.

  • Venda e Transporte de Energia: aumentaram ligeiramente em 0,4%, devido ao maior volume de energia distribuída no mercado livre (+2,1%), parcialmente compensado por uma ligeira queda no volume de energia distribuída no mercado regulado (-0,2%).   
  • Índices regulatórios de Duração e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC / FEC): melhoraram para 7,04 horas e 4,08 vezes, respectivamente, como resultado dos investimentos na confiabilidade e na modernização da rede de distribuição da companhia realizados nos últimos 12 meses.
  • Perdas de energia: em linha com os nove primeiros meses de 2018. 

[1] Resultados Financeiros = receitas financeiras menos despesas financeiras.


 

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