A CPFL Soluções, empresa da CPFL Energia focada na comercialização de energia, infraestrutura e eficiência energética, geração distribuída, e serviços de consultoria, entregou para a Syngenta, líder global na produção de defensivos agrícolas, uma subestação de energia que a amplia a capacidade de consumo de energia da unidade fabril da empresa localizada em Paulínia, no interior paulista.

Com investimento na ordem de R$ 10 milhões, a CPFL Soluções construiu, no período de doze meses, uma subestação com 138/11,4 kV de tensão, que conta com doze alimentadores e um transformador de 6,25 MVA. As obras contemplaram também cerca de 200 metros de linhas de transmissão, suportadas por uma torre de transmissão e um poste, que ligam a subestação ao Sistema Interligado Nacional (SIN), de onde vem a energia para a fábrica.

A nova infraestrutura supre o crescimento da demanda da empresa por energia e garante a qualidade do fornecimento durante o processo produtivo da fábrica. Desde o início da elaboração do projeto, as equipes especializadas da CPFL Soluções analisaram minuciosamente a necessidade do cliente para oferecer a melhor solução, com o menor custo possível, e dentro do prazo que atendesse essa necessidade de segurança energética.

O diretor Comercial de Soluções Energéticas da CPFL Soluções, Flavio de Souza, afirma que, com a nova subestação, a Syngenta passa a ter condições de expandir sua planta sem que a segurança energética seja colocada em risco. “Ao analisar a necessidade do cliente, constatamos que uma simples oscilação no fornecimento de energia pode colocar toda uma linha de produção em risco, o que acarretaria em prejuízos para a empresa. A construção de uma subestação exclusiva para atender a fábrica elimina essa possibilidade”, explica.

“Migrar a alimentação da fábrica de Paulínia para o sistema que opera em alta tensão nos trouxe mais robustez, segurança no consumo e qualidade de energia. As tecnologias que solicitamos para o projeto, junto ao time da Fábrica Paulínia que acompanhou o mesmo desde o início, nos deram segurança operacional e um sistema de controle completo que possibilita informações em tempo real de toda subestação”, comenta o Diretor da Planta de Paulínia, Humberto Freitas.

 

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