O uso de energia limpa vem sendo inserido cada vez mais na estratégia de empresas globais e também por startups que perceberam as possibilidades de negócio por trás da substituição do petróleo por fontes alternativas.

O Brasil também tem buscado espaço neste novo momento. Ainda que nas ruas do país, segundo informação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), existam apenas 300 veículos 100% elétricos em circulação (número de 2018), há quem acredite que vale a pena apostar desde já nesse mercado.

A modalidade, lançada em 2014, é bem nova em comparação à sessentona Fórmula 1. A velocidade máxima é de 220 km/h, cada competição dura apenas 45 minutos, não é permitida a recarga da bateria e o principal desafio dos pilotos é justamente controlar o consumo de energia para não parar antes de cruzar a linha de chegada.

 

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