O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) deu hoje (09/10) um importante passo para viabilizar a continuidade das discussões a respeito da conclusão de Angra 3. Foram aprovados os estudos para a retomada das obras da Usina Nuclear Angra 3, paralisadas desde 2015. A decisão do Conselho levou em conta a necessidade de o Brasil implementar uma matriz energética cada vez mais limpa, robusta e com preços justos.

Fonte: Banco de Imagens – Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)

Com base nos estudos, o CNPE aprovou a recomendação de Relatório Técnico elaborado por Grupo de Trabalho interministerial para adotar como referência para as próximas etapas o preço de energia de Angra 3 no valor de R$ 480,00/MWh, a valores de julho de 2018.

O MME vai propor ao Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos – CPPI a avaliação sobre a possibilidade de qualificação do empreendimento no Programa de Parceria de Investimentos – PPI, bem como que seja criada estrutura de governança para o acompanhamento dos principais marcos do projeto que irá garantir a entrada em operação da usina dentro do prazo previsto.

Angra 3 tem capacidade de 1.405 MW, com uma energia de alta confiabilidade operacional, que não contribui para o aumento de gases de efeito estufa no planeta, não depende de condições climáticas, como chuvas, vento ou sol e traz benefícios diretos aos consumidores.

A entrada em funcionamento de Angra 3 está programada para ocorrer em janeiro de 2026, com investimentos previstos da ordem de R$ 15,5 bilhões e necessita da atração de agentes privados para sua finalização.

Angra 3 contribui para o sistema elétrico nacional por estar localizada no principal centro de carga (região onde há maior consumo de energia no país), com menores custos de transmissão, impactando positivamente o consumidor brasileiro.

A geração de energia de Angra 3 pode proporcionar maior segurança energética e elétrica ao sistema elétrico brasileiro. Sua operação corresponderá a um acréscimo de 7,2% da energia armazenável máxima do subsistema Sudeste/Centro-Oeste e reduzir o acionamento de usinas térmicas com maior custo.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério de Minas e Energia (link).


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