A nossa esperança e de todos os brasileiros estão depositadas no novo Governo de Jair Bolsonaro, empossado dia 1º. de Janeiro de 2019, em Brasília.

Foto: O presidente Jair Bolsonaro posa para foto oficial (Agência Brasil – EBC, Valter Campanato)

Ontem foram empossados seus ministros. Vamos nos ater mais em cima dos Ministérios das Minas e Energia e da Economia.

O mercado de energia brasileiro sempre viu com bons olhos a candidatura de Bolsonaro, apesar de não ter uma boa plataforma no início, que foi sendo aperfeiçoada, e de bater um pouco pesado nos investimentos chineses em nosso país, principalmente em energia . Porém as privatizações previstas e um cuidado maior com a Petrobrás, que foi desfigurada nos governos anteriores, nos dá um relativa tranquilidade e um voto de confiança do mercado.

A escolha inicial de um almirante da Marinha e ligado às usinas nucleares, preocupou um pouco no início…mas, profissionais da área e analistas aceitaram esta escolha, apostando num bom desempenho de Bento Albuquerque, que em seu discurso de transmissão de cargo no MME anunciou, logo de início,  que vai dar sequência ao projeto do governo Temer de privatização da Eletrobras. Fundamental!

Sem citar diretamente Angra 3, Albuquerque também sinalizou a intenção de discutir a conclusão das obras da usina nuclear. Ufa, será que enfim teremos a finalização desta obra? Ele assegurou que pretende ter “um diálogo objetivo, desarmado e pragmático com a sociedade e o mercado sobre essa fonte estratégica da matriz energética brasileira.”

“O Brasil não pode se entregar ao preconceito e à desinformação, desperdiçando duas vantagens competitivas raras que temos no cenário internacional: o domínio da tecnologia e do ciclo do combustível nuclear e a existência de grandes reservas de urânio”, disse o almirante, que ocupava o cargo de diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha antes de ser indicado para o MME pelo então presidente eleito, Jair Bolsonaro.

O almirante falou em coordenar os setores Elétrico, de Petróleo e Gás e de Mineração, com a promessa em fazer uma gestão marcada pela previsibilidade, estabilidade regulatória e jurídica e governança.

Esperamos que ele não se esqueça em sua pasta das formas alternativas de energia , principalmente da solar e da eólica que crescem assustadoramente e são elogiadas em todo o mundo. E do grande e eterno desafio de implantar a comercialização livre de energia no país, que Bolsonaro declarou antecipar este processo o quanto antes.

Nós também apostamos nossas fichas no novo MME, desejando a seu novo titular muito sucesso! Sem nos esquecer do ex-ministro Moreira Franco, que se empenhou em manter vivo um ministério tão difícil e desafiador como este.

Quem viver verá!


 

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