Sem sequer alcançar os dois dígitos, o tucano Geraldo Alckmin minimizou as recentes pesquisas de intenção de voto e disse que começa bem neste período.

“Eu estou com 7% a 8%, que é um bom início, vai crescer (…) Tenho extrema tranquilidade. Temos a melhor equipe, estamos fazendo o melhor programa, teremos a maior aliança, vamos ter grande tempo de TV, rejeição baixíssima, estou absolutamente tranquilo. Vamos fazer o Brasil crescer”, disse em entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã.

Esquece pesquisa de intenção de voto, não começou a campanha. Eu não sou conhecido no Brasil. Eu passei oito anos em SP, fui em todos os 645 municípios e não dei um passo fora do Estado. Eu saí do governo há 60 dias. A campanha não começou”, completou.

O ex-governador paulista ressaltou ainda que há “uma grande diferença entre falar e fazer” e destacou o superávit deixado em SP no ano passado.

Ao ser questionado se, por ser conhecido, não deveria ter um início de campanha melhor, Alckmin citou João Doria e disse que atualmente a população está preocupada com outros temas. “Mais de 60% da população não tem candidato. Eleição começa quando você sabe quem são os candidatos, aliados e com o rádio e a televisão. População hoje está preocupada com Copa, dia dos namorados, férias de julho. Foi citado Doria. Neste momento da campanha, ele tinha 1 dígito. Os que estavam em primeiro e segundo nem foram para o segundo turno”, justificou.

Sobre dificuldades de apoio em sua candidatura, Alckmin esclareceu: “esse período é de você ter provação. Ninguém chega à presidência com sombra e água fresca. Campanha nenhuma é fácil. Nunca ocupei cargo público sem ser por eleição. O que existe é ansiedade nas pesquisas. Quando nem começou campanha. Aposto a hora que começar campanha”.

Chegada do novo

Direto, Alckmin questionou o que seria o “novo”, tão falado no período de pré-campanha. “O que é o novo? É a idade? É não ter nenhuma experiência? Você quer uma cirurgia com um sexto anista ou com o professor da Universidade?”, disse.

Para Alckmin, “novo é defender o interesse coletivo”, que é “órfão” no País. “Vou enfrentar as corporações públicas e privadas. Vou fazer as reformas, não me escondo. Sou verdadeiro”, ressaltou.


 

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